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DE BOAS INTENÇÕES O INFERNO ESTÁ CHEIO

Neste mês um internauta acessou o nosso site www.osmarcoutinho.com.br e nos fez a seguinte pergunta:
“ Por que infelizmente muitas empresas gastam muito tempo e dinheiro na elaboração de pesquisas a fim de colher sugestões ou críticas dos colaboradores e principalmente dos seus clientes, se no final não acontece nenhuma mudança nos comportamentos?”
Do que adiantaria ter todo o trabalho “de colher as opiniões dos colegas ou dos clientes” se muitas vezes as pesquisas são engavetadas e várias promessas de tomar providências urgentes somente serão adotadas sempre no próximo mês?

Após este desabafo comentamos que a estratégia é muito eficiente, pois nos dá parâmetros para elaborar um planejamento estratégico e eficaz e principalmente nos faz ficar mais próximos à realidade enfrentada no dia a dia pelas empresas.
Mas infelizmente o problema não é a estratégia e sim...
Antes de responder vamos analisar esta pequena estória.

Reinava entre os ratos grande descontentamento.
Um certo gato chamado Papatudo tornara-se célebre pela implacabilidade com que perseguia seus tradicionais inimigos, os ratos, os quais já nem se atreviam mais a sair de suas tocas, terrivelmente amedrontados.

Aos ratos não restava outra coisa senão esconder-se e fugir. Era necessário tomar uma atitude urgente que os salvassem de extinção. Foi combinado então entre os ratos, uma reunião, a realizar-se na primeira oportunidade dada pelo famigerado gato.
Esta surgiu quando o gato Papatudo fez um passeio pela vizinhança a fim de visitar uma mimosa gata.
Rapidamente os ratos se reuniram.
Na reunião pediram para que todos os presentes apresentassem suas idéias e todos colaboraram.
Após analisarem as idéias e sugestões, o mais velho dos ratos tomou a palavra e propôs em caráter de urgência que; amarrassem um guizo ao pescoço do gato Papatudo, assim - disse ele -, saberemos quando o gato está se aproximando e teremos tempo para fugir.
Imediatamente os ratos foram unânimes na aceitação da idéia do rato contra o implacável gato, estando cientes que esta seria a única chance que teriam.
Havia apenas uma pequena e irrisória dúvida.
Quem amarraria o guizo no pescoço do gato Papatudo?
_ Comigo é que não contem para tamanha tarefa - disse um dos ratos, seguindo os demais a mesma opinião.
Ninguém se atreveria sequer a aproximar-se do famigerado inimigo, o gato Papatudo.
Sendo assim, sem tomarem qualquer outra providência, foi encerrada a reunião e todos os ratos voltaram aos seus buracos tristes e contando somente com um milagre na próxima vez.

Conclusão final:
” Sugestões e conselhos há muitos, mas voluntários comprometidos existem muito poucos”.
Muitas vezes nos preocupamos em ter ou conseguir unir o maior número de idéias possíveis, mas nada adianta se a direção ou os colaboradores não colocarem em prática, independente dos riscos que terão que assumir, afinal:
“ as oportunidades profissionais estão associadas com certeza a desafios constantes”.

Prof. Osmar Coutinho
Conferencista